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Pai encontra filho de apenas 2 anos morto na piscina de residência

Acidente ocorreu em Sinop, na noite deste domingo; vítima ainda foi levada para a UPA, mas não resistiu

sexta-feira, 04/12/2020

Um menino de 2 anos morreu afogado na piscina da casa onde morava com a família, na rua das Violetas, no bairro Jardim das Palmeiras, em Sinop (500 km ao  Norte de Cuiabá), na noite desse domingo (8). A morte teria sido acidental.

Segundo a Polícia Civil, J.J.V. estava na frente de casa e entrou na residência para mamar. Os familiares pensaram que o menino estava com o pai. Porém, o pai, ao perceber a ausência do menino, encontrou a criança no fundo da piscina.

J.J.V. foi retirado da água e levado às pressas para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu.

O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e liberado para a família na manhã desta segunda-feira (9). A Polícia Civil acompanha o caso.

O Corpo de Bombeiros alerta para o cuidado redobrado que pais e cuidadores precisam ter com as crianças quando há piscina em casa ou nos locais que visitam. Geralmente as tragédias acontencem por minutos de distração dos responsáveis, quando as crianças vão direito para os ambientes com água.

Em agosto deste ano, por exemplo, uma outra tragédia foi registrada em Brasnorte (742 km da Capital). Um menino de apenas um ano de idade morreu afogado ao cair na piscina da casa onde morava. A mãe e a avó da criança estavam preparando o jantar na cozinha, no momento do acidente. Já o padrasto havia saído para fumar do lado de fora da casa.

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Em março deste ano uma outra tragédia envolveu um bebê de apenas nove meses de idade que caiu numa piscina enquanto brincava com a irmã de 6 anos no quintal de casa, no bairro Jardim Primaveras, também em Sinop.

Outro alerta é que piscina não é ambiente de risco apenas para bebês. No mês passado, em Várzea Grande, uma adolescente de 15 anos morreu afogada em um clube da cidade. A piscina tinha 4 metros de profundidade.

Além da atenção constante, a orientação é que as piscinas sejam cercadas e, se possível, cobertas nas residências onde moram crianças.

Repórter MT

Roagora Fanpage

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