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Mulher agredida pelo namorado, reata relação e é morta por ele a pauladas

10 maio, 2021

Um assassinato bárbaro, por motivos fúteis ocorreu em Itapoã, no Distrito Federal no último domingo, 9. Uma mulher identificada como, Larissa Pereira do Nascimento, 22, foi assassinada à golpes de um bastão de beisebol, desferidos pelo namorado, João Paulo de Moura Santos, 23.

De acordo com as informações de familiares, Larissa já foi agredida em outras ocasiões por João Paulo. Em abril, ele foi autuado na Lei Maria da Penha , pelos crimes de lesão corporal, injúria, ameaça e dano qualificado contra a mulher.

Ele foi preso, e posteriormente colocado em liberdade, usando tornozeleira eletrônica. Quando João Paulo voltou para a casa de sua mãe, Larissa resolveu reatar a relação e foi morar com o agressor.

Mulher agredida pelo namorado, reata relação e é morta por ele à pauladas

Na noite de sábado, 8, Larissa resolveu ir a uma festa de aniversário na mesma rua onde mora, mesmo tendo sido alertada pela sogra, de que seu namorado ficaria com raiva se acordasse e ela não tivesse em casa.

De acordo com testemunhas, quando ela retornou eles começaram a brigar, e a polícia chegou a ser acionada por vizinhos. Porém, quando os policiais chegaram, foram informados que tratava-se apenas de uma briga de casal, e que ambos já estariam dormindo.

Depois que os policiais. foram embora, João Paulo de Moura Sousa usou um taco de beisebol para espancar até a morte a companheira, Larissa Pereira do Nascimento.

A violência dos golpes foi tamanha que um dos olhos da vítima estava fora da cavidade ocular. Além disso, o corpo de Larissa apresentava múltiplas lesões. João Paulo fugiu da cena do crime, mas foi preso ainda na tarde de domingo escondido na casa do pai. Ele responderá pelo crime de feminicídio.

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“Para de me bater, para, deixa eu ir”, teria implorado a vítima, segundo os vizinhos. Ainda de acordo com a oitiva das pessoas que moravam perto do casal, já na manhã de domingo, João Paulo sentou-se com a mãe e o irmão na calçada e admitiu ter tirado a vida de Larissa de forma covarde.

Como consta no boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil do DF (PCDF), ele teria dito à matriarca: “Mãe, ela está morta, eu matei ela, mas não quero ir preso”, disse o agressor. Mesmo a vítima tendo sido assassinada de madrugada, o Corpo de Bombeiros só foi acionado às 10h20.

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A mãe de Larissa – que não terá o nome revelado para preservá-la – compareceu ao local do crime e entrou em estado de choque após tomar conhecimento do óbito da filha.

A reação de João Paulo, de acordo com testemunhas, foi pedir desculpas à mulher, montar na bicicleta e deixar o local.

Fonte: Painel Político

 

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