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ENERGISA: Deputado acusado de estelionato e associação ao tráfico e crime é eleito relator

Montes é um dos parlamentares estaduais mais enrolados e sujo na Justiça, acusado de diversos crimes chegou a ser preso pouco antes de assumir o mandato que o próprio não tem moral algum para esta obtendo.

Aguardada com imensa expectativa a abertura da CPI da Energisa na Assembleia Legislativa do estado de Rondônia pode terminar em frustração para a comunidade rondoniense, que vem sendo explorada de forma covarde por parte da empresa que detém o monopólio do serviço no Estado e vem sendo acusada de promover fiscalizações abusivas, arrocho nas tarifas e até alteração dos relógios medidores de consumo de energia elétrica em residências e comércios.

Acontece que a comissão formada para apurar essas denuncias e buscar um meio de ajudar a sociedade rondoniense frente a esse problema elegeu o deputado sujo Jair Montes como relator da CPI.

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Montes é um dos parlamentares estaduais mais enrolados e sujo na Justiça, acusado de diversos crimes chegou a ser preso pouco antes de assumir o mandato que o próprio não tem moral algum para esta obtendo.

Descrença é a palavra sentida por grande parte da comunidade ao ver que a defesa de seus direitos está nas mãos de Jair Montes um fora da lei, preso por duas vezes em operações policiais que investigam crimes de corrupção e dano ao erário rondoniense e da cidade de Porto Velho.

Pairam sob Jair Montes graves acusações de crimes como estelionato, associação ao tráfico de drogas, fraudes em cartões de crédito, além de participação em organizações criminosas, denuncias apontadas pelos investigadores da Delegacia de Repressão ao Crime Organização – DRACO, pertencente à Polícia Civil do Estado de Rondônia.

Com essa ficha corrida de Jair Montes fica a duvida se o relatório produzido pelo fraco deputado terá respaldo no âmbito jurídico e político, ou que será feito por ele com as informações obtidas no desenrolar da CPI.

Vale ressaltar que Montes também é acusado de burlar a Justiça Eleitoral no pleito que o colocou injustamente na cadeira de deputado estadual por Rondônia, de acordo com uma denuncia feita na Polícia Civil, uma mulher afirmou que teve sua assinatura fraudada em uma ficha de filiação à legenda de Jair Montes o falsario, que precisava de preencher o quantitativo feminino estipulado por Lei.

O nome escolhido pelos deputados como relator de um tema de tamanha relevância coloca na berlinda a credibilidade da CPI, já que antes de tentar resolver os nossos problemas ele deveria responder aos dele primeiro na justiça e de preferência preso atrás das grades.

Fonte: Mídia Rondoniense

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