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CGU aponta super faturamento em Hospital de Guajará-Mirim

25 novembro, 2019

Relatório da CGU (Controladoria Geral da União) revela que houve superfaturamento de R$ 1.056.508,44, na execução física financeira dos recursos públicos federais repassados pelo Ministério da Saúde para a construção do Hospital Regional de Guajará-Mirim. O contrato foi assinado em 31.11.2011 entre o Ministério da Saúde e a Secretária de Estado da Saúde (SESAU). O levantamento da CGU aconteceu entre os dias 18 e 24 de março deste ano.
IRREGULARIDADES
Segundo a CGU houve pagamentos de serviços superiores aos de mercado apurados pelo SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil). De acordo com a CGU também foram feitas medições do serviço superiores às efetivamente realizadas, além disso também teriam sido executados serviços com especificações técnicas e/ou insumos divergentes do que foi acordado.
SUPERFATURAMENTO
No relatório, a CGU aponta diferenças de preços de insumos em torno de 180%, mas teve item com superfaturamento de 700%.
CGU aponta super faturamento em Hospital de Guajará-Mirim
JÁ SE DETERIORANDO
Sobre a execução de serviços com qualidade inferior a contratada, a CGU afirma que a obra já apresenta problemas de infiltração, tanto nos trechos de alvenaria do muro de contorno, quanto nos pontos de congruência entre as esquadrias (janelas) e os panos de alvenaria de fechamento.
PREJUÍZO
A CGU também esclarece no relatório que já foram decorridos 55 meses e meio sem que os serviços tenham sido concluídos. Isso já estaria ocasionando um prejuízo, além do superfaturamento, no valor de R$ R$ 388.488,74.
OUTRO LADO
O dono da construtora ELETRIX Incorporações, Construções e Serviços Ltda, Albertino Cabral, que ganhou a licitação para construir o Hospital Regional de Guajrá-Mirim, disse que os apontamentos da CGU não procedem. Albertino informou que estava em viagem e que ao retornar apresentaria os cálculos da empresa referentes a execução da obra.
SESAU
A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Saúde não respondeu aos questionamentos da coluna.
Fonte: Rondônia ao Vivo

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