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Audiência pública proposta por Cirone Deiró discute educação inclusiva, nesta segunda-feira dia 27

O parlamentar destacou que a maior reivindicação dos pais é quanto ao profissional especializado. Profissional que atue em sala de aula auxiliando o professor regular quanto aos aspectos pedagógicos do aluno especial

Por iniciativa do deputado Cirone Deiró será realizado no dia 27 de maio às 15 horas no auditório da Assembleia Legislativa, audiência pública para discutir as problemáticas referentes ao processo de inclusão escolar das pessoas com deficiência, bem como a qualidade de ensino ofertada aos educandos, público alvo da educação especial, tanto no âmbito municipal, quanto estadual. A ausência de definição dos atores no processo de acolhimento dos alunos da educação especial foi uma das justificativas apresentadas pelo deputado ao apresentar proposta para a realização da referida audiência pública.

De acordo com o parlamentar, a educação inclusiva tem recebido cada vez mais destaque, tendo em vista o avanço na legislação que amparam as pessoas com deficiência, em particular, os direitos à inclusão escolar. “No entanto, o estado de Rondônia vive um desafio no tocante a efetivação da educação inclusiva. O aluno é recebido na sala de aula comum regular, porém, na maioria das vezes, a escola e os professores não estão preparados para atender as peculiaridades que estes educandos necessitam”, explicou o deputado, ao citar o déficit existente de profissionais especializados e cuidadores para atender a demanda.

Cirone alerta que em virtude da ausência de capacitação profissional em algumas escolas, os pais acabam procurando por vagas em escolas que trabalham com a educação inclusiva, realidade que sobrecarrega a instituição e os profissionais que ali atuam. Segundo ele, para solucionar a questão é necessário que a educação inclusiva seja politica de governo. “A educação inclusiva precisa estar na pauta dos prefeitos e do secretário de educação do estado e também do governador”, defendeu o deputado.

O parlamentar destacou que a maior reivindicação dos pais é quanto ao profissional especializado. Profissional que atue em sala de aula auxiliando o professor regular quanto aos aspectos pedagógicos do aluno especial. O deputado lembrou que atualmente a Seduc e Semed disponibilizam apenas o “cuidador”. Um profissional técnico de nível médio. Que tem como especificidades do cargo auxiliar quanto as atividades de vida diária na higienização e locomoção dentro da escola. “Esse profissional não auxilia o professor quanto a metodologia e didática de ensino para que esse aluno consiga acompanhar o conteúdo ministrado considerando as suas limitações, desenvolvendo assim suas habilidades educacionais”, justificou.

Texto: Edna Okabayashi/Assessoria

Foto: José Hilde-Decom-ALE-RO

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