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Amazonenses desaparecidas após baile funk são encontradas mortas

15 junho, 2021

A Polícia Civil de São Paulo encontrou os corpos das amigas amazonenses Júlia Renata Garcia Rafael, 26, e Claudia Cristina Pinto Meneses, 35. As vítimas teriam sido encontradas na manhã desta terça-feira (15), na região de Itapecerica da Serra, distante 26 quilômetros de Paraisópolis, local onde as amigas foram vistas pela última vez.

Amazonenses desaparecidas após baile funk são encontradas mortas

As duas amazonenses estavam desaparecidas desde a madrugada da última quinta-feira (3/6), quando foram a uma festa baile funk, em Paraisópolis, bairro favelizado da zona sul paulistana. O dono do estabelecimento é investigado por envolvimento no crime.

Júlia e Claudia moravam em Guarulhos (SP) há pelo menos dois meses. As amigas decidiram ir até uma balada conhecida como Paraíso na Laje, localizada na rua Silveira Sampaio, no bairro do Morumbi, próximo à comunidade. Elas teriam chegado por volta das 21h.

Na manhã desta terça-feira (15/07), a irmã de Júlia, Deborah Maia, confirmou que polícia encontrou os corpos. Deborah não soube dar mais detalhes. A polícia ainda segue nas investigações para tentar encontrar o autor ou os autores do crime.

O proprietário do local, identificado apenas como Gladson, afirmou que as amigas foram com ele até o local da festa. Porém, disse que na chegada apenas liberou a entrada das amazonenses e depois não teve mais contato. Um motorista por aplicativo também foi ouvido pela polícia. Gladson afirma ter provas de testemunhas que ele sai acompanhado com outra pessoa da festa.

Por volta das 4h, uma amiga de Claudia enviou uma mensagem perguntando onde ela estava, enquanto aguardava próximo da festa em um estacionamento, onde uma van a levaria para casa. Claudia respondeu que ainda estava na casa noturna e esta foi a última mensagem registrada.

Segundo as investigações, as amigas perderam a carona com a van e conhecidos desconfiam que elas possam ter aceitado uma carona de algum frequentador ou solicitado uma corrida por aplicativo, mas as hipóteses ainda estão sendo apuradas.

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Familiares

Familiares chegaram a contar que, as duas rotineiramente falavam com eles, em Manaus. Mas, desde o último dia 3, as duas não falaram mais com suas famílias.

Em São Paulo, as mulheres desaparecidas não possuíam familiares. Foi uma outra amiga de Júlia e Claudia que registrou o boletim de ocorrência informando o desaparecimento das duas. Ela também vinha passando informações para familiares, em Manaus. A amiga ainda fez buscas pelas duas em diversos lugares na região paulistana.

Investigações

A mãe de Júlia Renata foi para São Paulo para acompanhar as investigações a respeito do caso. Em nota, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que o caso foi registrado pelo 50º DP (Itaim Paulista) e encaminhado para a Delegacia de Investigações sobre Pessoas Desaparecidas, do DHPP. A unidade realiza buscas por elementos que auxiliem na localização das vítimas e esclarecimento dos fatos. O Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP) de Guarulhos, município onde as mulheres residem, apoia as diligências que continuam mesmo após os corpos terem sido encontrados.

Fonte: Portal Marcos Santos

Roagora Fanpage

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