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COLUNA SIMPI – Hora de vender mais e o Simpi te ajuda com Kypséli

Hora de vender mais e o Simpi te ajuda com Kypséli

Você já pensou em ter seu empreendimento em uma plataforma tecnológica, inteligente, moderna conectada com o mundo dos negócios online, de forma segura e eficiente, divulgando o seu produto para muita gente com o objetivo de otimizar e expandir a comercialização e claro, aumentar o faturamento? O SIMPI te conta como isso é totalmente possível, através da Plataforma Kypséli. A Kypséli oferecerá todo o suporte necessário para os pequenos negócios que forem cadastrados na plataforma. Você empresário precisará se preocupar apenas com a produção e qualidade dos produtos que fabrica ou revende. O restante, a Kypséli com o apoio do SIMPI se responsabiliza. E o mais interessante de tudo é que o cadastro é gratuito.                                  João Carlos Laino, presidente do SIMPI no Mato Grosso, diz que essa plataforma será um marco na vida de muitas empresas. ” Vou usar como exemplo o estado de Mato Grosso, que tem 141 municípios e 3,5 milhões de habitantes. As microempresas e microempreendedores individuais ficam restritos a comercializar produtos apenas em seu município. Caso queiram expandir seus negócios para cidades vizinhas, agregando 10 ou 15 mil consumidores potenciais, precisam se deslocar no mínimo 200 km. Isto inviabiliza toda operação. Nosso mercado consumidor é pequeno e espalhado num grande território e esta realidade dificulta o crescimento dos pequenos negócios. Assim são muitos estados no Brasil. Utilizando a plataforma Kypséli, os pequenos negócios poderão colocar seus produtos a milhares de quilômetros de distância e a milhões de novos consumidores. A Kypseli será um marco indutor do crescimento na vidas das empresas brasileiras”, completa. Leonardo Sobral, presidente do SIMPI em Rondônia, diz que para os microempreendedores é só vantagem porque “o seu produto estará numa bela vitrine gratuitamente e terá uma fonte de grandes fábricas para comprar melhor, afinal, com a concorrência forte, quem compra melhor tem mais facilidade de vender”, diz.  O SIMPI é o operador da plataforma Kypséli, que é uma palavra do idioma grego, que significa colmeia, representa a união da força de trabalho, fazendo com que os pequenos negócios se tornem grandes negociantes. Essa é uma das muitas contribuições do SIMPI para as empresas, principalmente nesta fase de pandemia, em que tanto precisaremos para reaquecer a economia do Brasil.  Para você empreendedor que se interessou, é bem fácil de se cadastrar, só acessar o site: https://kypseli.com.br ou procurar o SIMPI da seu estado.

 

PRONAMPE – Como funcionará a nova linha de crédito destinada as micro e pequenas empresas

O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) é um programa de governo destinado ao desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios. Foi instituído pela Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020. Veja aqui as características e condições gerais do programa:

A forma: O Governo  fica como fiador  em ate 85% do valor do empréstimo

Valor  disponibilizado FGO: R$ 15,9 bilhões

Quanto posso pedir: Até 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício de 2019. Empresa com menos de 1 ano: Ate 50% do capital social, ou 30% da media de faturamento mensal

Posso usar em que: Investimento – Pagamento de salários – Capital de giro – Pagamento de débitos da empresa

Qual a taxa de juros: 4.25% ao ano (Selic  mais 1,25%)

Qual carência: Não tem

Prazo para pagamento: 36 meses

Garantias:  Valor contratado somado ao encargos.  Empresa  com menos de um ano, 150% do valor contratado mais encargos

*Nomes sem restrição

*Operadores: Bancos cadastrados no BC  ( inclusive fintechs e cooperativas de crédito)

Contrapartida da empresa: Manter o mesmo nº de funcionários por 38 meses

Como conseguir : Vá ao Banco que tem conta, ou qualquer Banco  e solicite empréstimo conforme  lei 13999 do PRONAMPE

 

Boletim de Tendências aponta que 15% das MPIs podem fechar as portas

As micro e pequenas indústrias estão tendo pouco acesso à crédito e 15% delas correm o risco de fechar nos próximos 30 dias. Os dados são do 3º Boletim Tendências das Micro e Pequenas Industrias, realizado pelo Datafolha, a pedido do Sindicato de Micro e Pequenas Indústrias (Simpi). Nesta edição, o boletim mostra que após um mês de observações, 86% das micros e pequenas indústrias continuam sem acesso ao crédito. No começo de abril, eram 91% e no final do mês, o índice caiu para 87%. No acumulado, houve diminuição de 5% no índice.Das empresas que conseguiram algum empréstimo, 4% são de créditos antigos e somente 9% de crédito novo para capital de giro. Em comparação ao final de abril, houve aumento de 2%.                              O boletim ainda traz um panorama do cenário atual das empresas, com novos índices. Um deles mostra que 15% das empresas correm o risco de fechar nos próximos 30 dias.O número de empresários que acham que vai piorar os negócios aumentou de 34% no final de abril para 38%. Já a expectativa positiva diminuiu de 19% para 13%. Outros 48% acreditam que ficará como está. A cada dez dias, o Datafolha, a pedido do Simpi, realiza o boletim de Tendências das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo, trazendo um panorama do setor durante a pandemia do coronavírus. A íntegra do boletim está disponível no site da entidade (http://www.simpi.org.br).

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STF restabelece redução de contribuições ao Sistema S

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, restabeleceu, ontem (18), os efeitos da MP-932/2020, que reduziu pela metade as contribuições das empresas ao Sistema S por três meses, de abril a junho deste ano. O ministro atendeu a um pedido da União. O corte de 50% havia sido suspenso pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), a pedido do Serviço Nacional do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem (Senac), que tiveram a solicitação negada na primeira instância. A entidades do Sistema S alegam que a redução nas contribuições afeta de forma drástica o trabalho realizado por elas, que inclui formação de trabalhadores, a manutenção de escolas de nível básico e médio e a prestação de assistência social e atendimento de saúde, entre outras atividades. Ao STF, a Advocacia-Geral da União (AGU) defendeu o corte nas contribuições como meio de amenizar os impactos da crise no que diz respeito à saúde financeira de empresas. Ao concordar com os argumentos da AGU, Toffoli argumentou que “não cabe ao Poder Judiciário decidir quem deve ou não pagar impostos. O Sistema S é um conjunto de entidades, administradas por federações e confederações patronais e são elas o SESI; SENAI; SESC; SENAC; SEST; SENAT; SENAR; SESCOOP; Sebrae e as contribuições ao sistema incidem sobre a folha de salários das empresas que integram a categoria correspondente e são repassadas pelo governo às entidades.

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